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terça-feira, 15 de setembro de 2026

VAMOS PENSAR EM NOSSOS CRITÉRIOS DE ESCOLHA POLÍTICA: VIVA A EDUCAÇÃO A VERDADEIRA PRIORIDADE

Como comentei nos dois posts anteriores queria levantar aqui no meu blog um ponto muito importante que são os critérios que usamos na política e especificamente nas eleições. Este último torna-se ainda mais importante considerando a proximidade das próximas eleições em 04/10.

No primeiro  O pix é nosso!? De quem?? Como fazer escolhas políticas ou como votar no dia 04/10/2026 - abordei uma questão importante que é saber separar o público do privado na ação política. Os exemplos envolvendo agentes públicos no Caso Master é somente um exemplo daquilo perpassa todo Estado Brasileiro – executivo, judiciário e legislativo, servidores de carreira ou eleitos.

No segundo “UMA PRESENÇA LIVRE E ABERTA NA SOCIEDADE” a partir do panfleto lançado apontar quais são os meus critérios de base. Coloco aqui um ponto do post: 

“Caros amigos, não chegamos neste ano eleitoral de mãos vazias. Carregamos uma enorme tradição, que nos define.”

Gostaria de destacar aqui qual é o meu ponto de partida para escolha de candidatos. Em qual tradição eu baseio o meu voto. Tradição tem a ver com a cultura onde estou imerso, de que chão nascem os valores que são importantes para mim.”

Quis destacar esse trecho do post porque normalmente as pessoas não partem de um trabalho para se posicionar. Porém todo mundo tem um “chão”, algo a defender. Somente daqui podemos fazer escolha seguras, também na política.

Li esses dias que nessa eleição o que mais tem sido colocado como peso a balança é o tema da corrução (FOLHA) (VEJA). Considerando os últimos eventos associados ao falido Banco Master e o seu proprietário Daniel Vorcaro e sua imensa teia de contatos em toda estrutura de governo - Legislativo, Executivo e Judiciário. Certamente esta preocupação é compreensível e deveria ser enfrentada.

Compreensível, também, considerando a falta de propostas de todos os candidatos. Propostas genéricas somente para constar e que quase nunca se efetivam. Muitas vezes quem está ou esteve no poder propõe que vai solucionar algo importante, mas a dúvida que fica é porque não fez antes.

Porém reduzir o debate a um “anti-critério” ajuda, na minha opinião, a não enfrentar nada. Chamo de anti-critério porque um critério deve nos levar a escolher algo que eu quero e não escolher algo porque eu não quero outra coisa.

Para mim o principal assunto que deveria ser abordado e colocado na mesa propostas - EDUCAÇÃO. Para mim como profissional de Saúde, mesmo considerando os problemas que nosso sistema - SUS - vem enfrentando como a questão das vacinas, que já foi um assunto de excelência, que agora se junta a imensa lista que tem como base a questão da qualidade de gestão e do financiamento.

Mas não tenho nenhuma dúvida que como povo a nossa maior prioridade é a EDUCAÇÃO. Seja para que possamos evoluir como sociedade e aí construirmos uma política realmente voltada ao bem comum e não aos interesses privados, seja pela imensa lista de benefícios coletivos e individuais que dai resultariam, inclusive na saúde.

Na minha curta experiência de político nas eleições de 2008 e 2012 sentia tristeza quando as pessoas se aproximam de você para pedir coisas e ver como são de fato pesa nas eleições, ou seja, político é sempre corrupto e age sempre assim. Mas isso revela que alguém que assim, é sim necessitado do ponto de vista social, mas é também alguém que não teve a educação necessária seja para poder melhorar a sua condição social, seja para no final das contas participar de um modo que possa contribuir para as mudanças sociais necessárias. Entre elas uma ação política mais qualificada.

Claro que isso não é uma caixa de Pandora e que tudo se resolverá magicamente Porém, na minha opinião, é o principal a ser exigido dos candidatos. Será que é por isso que a EDUCAÇÃO aparece tão pouco, praticamente nada, no debate político atual.

Será que a discussão das questões da corrupção não são um desvio de atenção dos nossos reais problemas?

Veja a minha no meu blog a Página sobre EDUCAÇÃO, onde reuni todos os posts em que coloquei a necessidade de que esse seja o tema da discussão e principalmente da ação política. Essa é minha opinião não é de hoje, mas vejo como ainda mais importante quando o tema da corrupção, real, que invade ainda mais a nossa estrutura de Estado, obscurecendo do povo, como para mim muitas vezes também acontece, os nossos reais problemas e prioridades.

Se não podemos influir como povo, ainda, o debate político que tal qualificar os nossos critérios da escolha de candidatos? Pode ser o primeiro passo qua cada um pode dar ali no momento do voto. Vamos começar!

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

“UMA PRESENÇA LIVRE E ABERTA NA SOCIEDADE”

Para continuar meus posts que pretendo colocar aqui sobre pontos que considero importantes para as decisões a serem tomadas nas escolhas do 04/10/2026, decidi colocar aqui o panfleto divulgado pela diaconia da Fraternidade de Comunhão e Libertação do qual faço parte há quase cinquenta anos.

“Caros amigos, não chegamos neste ano eleitoral de mãos vazias. Carregamos uma enorme tradição, que nos define.”

Gostaria de destacar aqui qual é o meu ponto de partida para escolha de candidatos. Em qual tradição eu baseio o meu voto. Tradição tem a ver com a cultura onde estou imerso, de que chão nascem os valores que são importantes para mim.

“…chegamos neste ano também com os olhos cheios dos fatos que o Senhor tem feito acontecer no meio do Seu povo. O maior deles é o novo pontífice. No primeiro ano de seu pontificado, Leão XIV enfrentou poderosos, foi ao encontro dos distantes, apontou as verdades e desmascarou mentiras das tecnologias modernas, dando indicações precisas para retomarmos nossa vocação de sujeitos novos no meio da sociedade.”

Esse chão é feito do que? Muitas pessoas usam das eleições para algum benefício. E eu para quem olho? Quem são as pessoas que considero importante ouvir para viver? Eu identifico um fato positivo na minha vida que deve ser defendido. Muitas vezes baseamos nossas decisões pelo que não queremos, por coisas negativas que identificamos nos candidatos.

“O que mais desejamos para nós e para os que amamos? Onde colocamos nossa esperança? Onde vimos nossas vidas ganharem beleza e sabor?”

Quem são as pessoas importantes para nós por quem damos a vida? Onde colocamos nossa esperança? Dessas respostas nascem 3 critérios, segundo a proposta que tomei como ponto de partida deste post. Isso é importante porque os critérios são como fazemos escolhas.

“1. Da nossa história nasce o amor à nossa unidade – não por corporativismo ou interesse político, mas porque foi graças a essa unidade que Cristo tem mudado nossa vida. Essa unidade não significa uniformidade de opinião, mas pertença a uma experiência comum.”

Então o primeiro critério é a que experiência eu pertenço - família, grupo de amigos, grupo de trabalho, Igreja, Religião, Partido.

Para mim uma “unidade”, o pertencimento a uma experiência de comunhão fraterna, amigos que ajudam a viver bem, a encontrar um caminho que me ajude a realização pessoal-felicidade.

“2. Nossa história foi sempre marcada por uma simpatia pelo ambiente em que vivemos, o lugar em que Deus nos colocou: escola, trabalho, bairro, cidade. Não vemos o mundo como um mal, mas como o lugar que Deus amou e quis habitar. O cristianismo é fator gerador de cultura.”

- Qual é o meu chão – cultura, amizade, comunidade, meu ponto de partida dos meus critérios - ele me ajuda a uma presença nos diferentes ambientes em que vivo para aprender e ensinar, a conviver e crescer humanamente.

“3. Dos anteriores, deriva o terceiro critério, que carregamos desde sempre: não nos percebemos como soldados que lutam uma guerra para afirmar valores cristãos. Queremos defender a presença do sujeito novo que nasce do encontro com Cristo, da “criatura nova”, como dizia São Paulo, portadora da cultura do encontro e do diálogo. Uma presença é alguém consciente de quem é, do que lhe aconteceu, que não pode ser confundida com o porta-bandeira de valores evangélicos. É uma comunhão que se expressa de modo visível no mundo, mesmo quando estamos sozinhos nas diferentes situações.”

“Retomar essa consciência de nós mesmos é decisivo neste momento histórico. A política não nasce apenas de estratégias ou disputas de poder, mas de um olhar sobre a pessoa e sobre aquilo que torna uma sociedade verdadeiramente humana. Por isso, nossa contribuição não pode ser reduzida a uma ideologia nem a uma guerra cultural.”

“Por isso recusamos tanto o sectarismo quanto a lógica da polarização permanente, certos de que a firmeza da identidade cristã não exige desprezo pelo outro, mas uma presença capaz de encontro, diálogo e construção do bem comum.”

“Uma presença original nasce da consciência da própria identidade e do amor por aquilo que recebemos.”

 Hoje mais do que nunca onde a principal característica social e cultural se tornou a polarização é necessário aprender com o diferente. Sem isso não é possível crescimento humano: pensar nos grupos humanos em que vivemos como a família, a escola e o ambiente de trabalho. Certamente já fizemos muitas vezes a experiencia de crescermos quando aprendemos com uma pessoa que pensava ou agia diferente de mim. Assim devia ser também no ambiente da política, mas nesse caso o que sobressai é o MEDO. O medo nos paralisa.

O que nos leva a frente é crer que em qualquer ocasião sempre é possível o positivo. Para isso é fundamental estarmos ligados a uma comunhão fraterna com as características que falei acima, que ajuda a viver, que ajuda na hora da realização e do fracasso, que ajuda a estar em pé em todos os momentos da vida. Isso para mim é tem sido a experiência da Fraternidade de Comunhão e Libertação e por isso que diz divulgar aqui o nosso panfleto sobre a Política e os pontos a refletirmos juntos nesse ano de escolha política.

Você que está lendo este post topa conversar sobre isso? Como tenho falado o objetivo do blog é dialogar sobre nossas experiências e crescermos no nosso caminho humano que entre outros fatos passa também sobre as escolhas politicas. Aguardo sua resposta aqui e nas minhas mídias sociais.

Grandes abraço.


terça-feira, 28 de julho de 2026

O pix é nosso!? De quem?? Como fazer escolhas politicas ou como votar no dia 04/10/2026 

Confusão eleitoral: Lula defende pix que foi criado no governo Bolsonaro. O ataque foi feito por Trump que é defendido pelo Flávio Bolsonaro. Em política 2 mais 2 nunca da 4. Por isso antes de escolher nomes temos de tentar entender o que é melhor para o povo.

O pix foi feito por técnicos da Receita Federal, ou seja, não é nem do Bolsonaro (governo onde foi lançado), nem do Lula (governo que o manteve).

Aproveito este assunto porque estamos em ano eleitoral e certas situações mudam. O termômetro eleitoral muda decisões, às vezes, em sentido oposto. Coerência não é a principal característica dos políticos.

Não inicio o debate político com este tema da coerência dos políticos porque quero fazer aqui um ataque a eles. É muito comum que seja assim. Mas não compartilho dessa opinião.

A política, a real, a que é feita pelos nossos partidos políticos é necessária, mesmo com a avalanche de notícias negativas que todos os dias lemos ou vemos nas mídias.

Inicio aqui um debate que pretendo continue até o dia 04/10 com  os amigos que quiserem ler os meus posts e eventualmente debater.

Quero deixar claro de antemão que ainda não tenho nenhum candidato a nenhum cargo escolhido neste momento. Mas considero importante pensar no assunto, principalmente com amigos como você que está lendo este post.

Escrevi vários posts sobre o tema eleições:

Ética

https://drbenedito.blogspot.com/p/etica-na-politica.html

Política

https://drbenedito.blogspot.com/p/politica.html

 

Reenvio você que está lendo este devido a uma observação importante. Parece que não somente não evoluímos como involuímos politicamente falando.

Tomo dois aspectos, além desse “importante” debate sobre quem é dono do pix, que vem tomando o “debate” atual.

Primeiro a taxa das camisinhas? No início do governo Lula foi criada uma taxa sobre compras internacionais de até 50 dólares. Pelo que eu me lembro era uma maneira de proteger o produtor nacional. Quatro anos depois foi retirada. Pergunta: o produtor nacional não precisa mais ser protegido? Confesso que não entendi. Não sou economista. Mas em ano eleitoral a retirada de uma ação impopular do governo cheira a apenas manobra politica ainda que possam haver justificativas

O segundo o caso Master. Não vou entrar em detalhes porque é uma assunto profundamente apresentado. Somente quero chamar atenção sobre o que tem sido feito por muitos de tentar escapar e quando possível apontar para o adversário. No fundo não houve, até onde percebi, uma discussão sobre o que é para mim o tema de fundo: a mistura entre público e privado.

Pego dois exemplos, somente para apresentar o que quero dizer com isso.

A fala de ministros do STF justificando o financiamento de eventos pelo banco com o seguinte discurso: mas nós somos obrigados a viver “apenas” com o salário de ministros. Não fossem esses no patamar de valores que são, mesmo assim a resposta seria sim porque é assim que prevê a administração brasileira: não misturar o publico (o cargo de ministro do STF) com o privado, recebimentos extras vindo da área privada. Como isso não é respeitado, é verdade, em todos os níveis do Estado Brasileiro, não quer dizer que é certo.

Segundo exemplo a fala de Flávio Bolsonaro. A justificativa de que o dinheiro recebido era para uma atividade privada. Sim. Porém um Senador da República fazer a negociação com o setor privado para receber recurso a ser usado em uma atividade de interesse pessoal, exemplifica mais uma vez a dificuldade de entender que no exercício de cargos públicos é vedado a mistura, em termos econômicos, de financiamento público e privado. Ou seja, um servidor público não pode negociar financiamentos privados no exercício de sua função. Mais uma vez o caso Master é um pequeno (mesmo considerando valores) exemplo do que ocorre em todos os níveis da administração pública, o que não torna correto o que é ilegal.

Encerro aqui mais uma vez dizendo duas coisas:

- primeiro o debate que envolve o mau uso de dinheiro (corrupção) no âmbito da política não é feito por mim para demonizar a política e os políticos. O objetivo é pontuar o que na minha opinião é uma “boa política”. Os políticos, mesmos os nossos, os reais, os que temos, os Flávios e os Lulas são necessários. O que fazer então para chegarmos a outro patamar no âmbito da política. Este ponto é o que me interessa, o que pretendi e pretendo trazer aqui no meu blog.

- usando desses exemplos pretendi e pretendo colocar aqui o que penso sobre política e abrir um diálogo. Para mim este é o ponto principal. Diálogo que sempre foi muito difícil e agora num ambiente extremamente polarizado quase impossível. Mas dialogarmos abertamente, sem ficarmos fechados naquilo que pensamos, é o ponto que todos que tem real interesse pelo bem comum devemos buscar na ação política.

Isso é o que pretendo fazer aqui até o dia 04/10 nos próximos posts.


terça-feira, 24 de março de 2026

MAS O QUE QUARESMA TEM A VER COM OBESIDADE?

A princípio nada. Nem mesmo o fato que durante a Quaresma se propõe o jejum.

Mas refletindo sobre o tema do sacrifício na Quaresma, me dei conta que assim como na vida, para enfrentar a obesidade é necessário um sacrifício. Nesse sentido que fiz a ligação, pois esse é o ponto de dificuldade que eu percebo em quem está com excesso de peso.

Durante um momento de reflexão sobre o tema do sacrifício foi dito o seguinte:

“Fazemos muitos sacrifícios, pequenos e grandes, na nossa vida diária! Sacrifícios impostos pelas circunstâncias. Por exemplo, é um sacrifício inclusive o tempo que passamos no trânsito.”

"Mas Dom Giussani não exalta o sacrifício em si: pelo contrário, enfatiza que o sacrifício é repugnante, parece injusto, é o tema menos humano. Entretanto é o ponto onde tudo conflui, “é o ponto de confluência de tudo, de tudo… não existe nem fé, nem esperança, nem amor; não existe beleza, nem bondade, nem justiça, não existe nada sem isto: chama-se sacrifício”. (1)

Então vivemos sacrifícios querendo ou não. Na Quaresma existe um pedido de sacrifício, mas não porque gostamos disso, mas porque faz parte da vida. O sacrifício em si sempre é difícil, contrário a nossa humanidade porque queremos ser felizes, mas na vida é impossível viver sem sacrificar algo. O que a Quaresma nos indica que se o sacrifício tem uma motivação, é feito na busca de um bem, será vivido como um caminho difícil, mas se tem um ponto de chegada, uma meta que buscamos então ele pode nos levar a uma realização humana. Pensar nos sacrifícios que fazemos como pais (em especial as mães) e como isso nos torna humanos, como crescemos como pessoa.

Na minha prática pediátrica o tema do excesso de peso faz cada dia mais parte do meu quotidiano, me defronto frequentemente com as dificuldades do seu controle. Também me reporto a minha experiencia pessoal, de familiares e amigos. Muitas vezes ocorre um controle mas a maioria das vezes temporário. E, como já é bem conhecido, uma piora da situação do excesso de peso nesse caso.

Todos temos convividos com amigos e familiares usando essas novas medicações "milagrosas". Tomei conhecimento de que algumas são compradas não em farmácias e com prescrição duvidosa. Além disso, me disseram que no ambiente empresarial a necessidade de emagrecer se tornou um tema. Cada dia mais pessoas estão tomando essas "milagrosas" injeções que fazem emagrecer, mesmo que a pessoa não sofra de obesidade.

Por que isso? Porque o único caminho para tratar a obesidade é com sacrifício - um padrão de alimentação adequado, não necessariamente o "prazeroso", e fazer atividade física, que para muitos nada tem de agradável. Então frente essa dificuldade e diante da necessidade real de saúde e do modelo de beleza para as pessoas foi um alívio que existe remédio agora. Emagreça sem sacrifício.

Mas o que provavelmente veremos daqui alguns anos é um aumento ainda maior da obesidade, que hoje já é a maior prioridade de saúde pública mundial.

Daí refletindo no meu caso pensei algumas coisas.

Primeiro, a obesidade é uma condição igual a ter de usar óculos por ser míope ou ter hipertensão ou diabetes. Uma condição do meu corpo, que é para o resto da minha vida. Assim, qualquer subterfúgio não será solução. Dietas para emagrecer (qualquer uma) e medicação (até cirugia bariátrica) não serão nunca uma solução sem mudança de hábitos de vida. Que implicará de algum modo um sacrifício - eu quero viver assim, mas preciso viver desse jeito. E na maioria das vezes terá que ter uma aceitação da minha condição, uma decisão se quero viver terei de passar por essa estrada enquanto viver.

Voltando ao início enfrentar o tema da obesidade não é diferente de se perguntar o que é felicidade. Do ponto de vista do que a Quaresma nos traz, qualquer fato da vida passará pelo sacrifício, ou seja, por perder alguma coisa em função de um bem maior - viver mais e melhor ou ser feliz, embora dimensões diferentes tem o mesmo trajeto.

1) Exercícios Espirituais de Comunhão e Libertação. O sacrifício e a oferta, pag. 53. Rimini, 2025.

Acesso: https://www.clonline.org/pt/publicacoes/livretos/conhecemos-o-amor-exercicios-2025.