VAMOS PENSAR EM NOSSOS CRITÉRIOS DE ESCOLHA POLÍTICA: VIVA A EDUCAÇÃO A VERDADEIRA PRIORIDADE
Como comentei nos dois posts anteriores queria levantar aqui no meu blog um ponto muito importante
que são os critérios que usamos na política e especificamente nas eleições.
Este último torna-se ainda mais importante considerando a proximidade das
próximas eleições em 04/10.
No primeiro O pix é nosso!? De quem?? Como
fazer escolhas políticas ou como votar no dia 04/10/2026 - abordei uma questão
importante que é saber separar o público do privado na ação política. Os
exemplos envolvendo agentes públicos no Caso Master é somente um exemplo
daquilo perpassa todo Estado Brasileiro – executivo, judiciário e legislativo,
servidores de carreira ou eleitos.
No segundo “UMA PRESENÇA LIVRE E ABERTA NA SOCIEDADE” a partir do panfleto lançado apontar quais são os meus critérios de base. Coloco aqui um ponto do post:
““Caros amigos,
não chegamos neste ano eleitoral de mãos vazias. Carregamos uma enorme
tradição, que nos define.”
Gostaria de destacar aqui qual é o meu ponto de partida para
escolha de candidatos. Em qual tradição eu baseio o meu voto. Tradição tem a
ver com a cultura onde estou imerso, de que chão nascem os valores que são
importantes para mim.”
Quis destacar esse trecho do post porque normalmente as pessoas
não partem de um trabalho para se posicionar. Porém todo mundo tem um “chão”,
algo a defender. Somente daqui podemos fazer escolha seguras, também na
política.
Li esses dias que nessa eleição o que mais tem sido colocado
como peso a balança é o tema da corrução (FOLHA) (VEJA). Considerando os últimos eventos associados ao falido
Banco Master e o seu proprietário Daniel Vorcaro e sua imensa teia de contatos
em toda estrutura de governo - Legislativo, Executivo e Judiciário. Certamente
esta preocupação é compreensível e deveria ser enfrentada.
Compreensível, também, considerando a falta de propostas de todos os candidatos. Propostas genéricas somente para constar e que quase nunca se efetivam. Muitas vezes quem está ou esteve no poder propõe que vai solucionar algo importante, mas a dúvida que fica é porque não fez antes.
Porém reduzir o debate a um “anti-critério” ajuda, na minha
opinião, a não enfrentar nada. Chamo de anti-critério porque um critério deve
nos levar a escolher algo que eu quero e não escolher algo porque eu não quero
outra coisa.
Para mim o principal assunto que deveria ser abordado e colocado na mesa propostas - EDUCAÇÃO. Para mim como profissional de Saúde, mesmo considerando os problemas que nosso sistema - SUS - vem enfrentando como a questão das vacinas, que já foi um assunto de excelência, que agora se junta a imensa lista que tem como base a questão da qualidade de gestão e do financiamento.
Mas não tenho nenhuma dúvida que como povo a nossa maior
prioridade é a EDUCAÇÃO. Seja para que possamos evoluir como sociedade e aí
construirmos uma política realmente voltada ao bem comum e não aos interesses
privados, seja pela imensa lista de benefícios coletivos e individuais que dai
resultariam, inclusive na saúde.
Na minha curta experiência de político nas eleições de 2008
e 2012 sentia tristeza quando as pessoas se aproximam de você para pedir
coisas e ver como são de fato pesa nas eleições, ou seja, político é sempre
corrupto e age sempre assim. Mas isso revela que alguém que assim, é sim necessitado
do ponto de vista social, mas é também alguém que não teve a educação
necessária seja para poder melhorar a sua condição social, seja para no final
das contas participar de um modo que possa contribuir para as mudanças sociais
necessárias. Entre elas uma ação política mais qualificada.
Claro que isso não é uma caixa de Pandora e que tudo se
resolverá magicamente Porém, na minha opinião, é o principal a ser exigido dos
candidatos. Será que é por isso que a EDUCAÇÃO aparece tão pouco, praticamente
nada, no debate político atual.
Será que a discussão das questões da corrupção não são um
desvio de atenção dos nossos reais problemas?
Veja
a minha no meu blog a Página sobre EDUCAÇÃO, onde
reuni todos os posts em que coloquei a necessidade de que esse seja o tema da
discussão e principalmente da ação política. Essa é minha opinião não é de
hoje, mas vejo como ainda mais importante quando o tema da corrupção, real, que
invade ainda mais a nossa estrutura de Estado, obscurecendo do povo, como para
mim muitas vezes também acontece, os nossos reais problemas e prioridades.
Se não podemos influir como povo, ainda, o debate político que
tal qualificar os nossos critérios da escolha de candidatos? Pode ser o
primeiro passo qua cada um pode dar ali no momento do voto. Vamos começar!
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