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terça-feira, 22 de novembro de 2011

É PETRÓLEO, MAS E SE FOSSE ENERGIA NUCLEAR?!

Na semana passada veio a público a ocorrência de um enorme vazamento de petróleo na bacia de Campos no Rio de Janeiro. O vazamento foi detectado há quase duas semanas e até hoje (22/11) permanecia sem  solução.

Em entrevista o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, nos deixa a todos mais "tranquilos":
"Entendemos que esse problema não atinge só a empresa que tem o acidente. Ela atinge a indústria como um todo e atinge a sociedade. Então, nós estamos comprometidos com o conjunto de ações. Agora, não posso falar sobre casos específicos".
"Somos uma empresa que se preocupa muito seriamente com a questão de acidentes, tentamos adotar as práticas mais seguras possíveis e colaboramos da maneira mais plena e total com todas as empresas que sofrem com esse problema."

A empresa responsável  pelo  poço,  Chevron,  trabalha com a Transocean para a perfuração do petróleo, que é a mesma empresa do acidente no Golfo do México.

Vão multar a Chevron! Ok, é o mínimo, mas será que tudo o que podia ter sido feito previamente, foi feito?

A fala do Presidente da Petrobrás não nos deixa muito seguros, embora o noticiário sobre o acidente informou que foi a empresa brasileira quem forneceu os equipamentos necessários para a Chevron.

Fiquei pensando e se fosse energia nuclear, que apesar de energia "limpa", é muito mais perigosa, como estaríamos no nosso Fukushima?

Só nos resta rezar para que não aconteça conosco, porque não dá para ter esperança que estaremos preparados.

Infelizmente nesta área ambiental a única ação é a prevenção e não dá para aceitar uma tentativa presidente - tentamos adotar as práticas mais seguras possíveis.

Frente os problemas ocorridos neste período que se inicia - chuvas e perdas de casas - nos vem a pergunta:

Alguém sabe alguma coisa sobre os tais equipamentos que poderiam ter evitado muito do que aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro? Depois do acidente muito se falou de que seriam colocados e que todo o recurso necessário para a solução do problema "já" estava disponibilizado.

Alguém tem informação sobre isso?

Como comentamos na época são a vidas perdidas o principal problema ambiental.

Pode ser chuva, pode ser petróleo ou pode ser energia nuclear o resultado negativo não serão os prejuízos materiais, mas as perdas de vidas humanas e o único modo de resolver é a PREVENÇÃO, que nunca é uma tentativa, Sr. Gabrielli, é planejamento mesmo. 

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